Eu sempre fui o tipo de pessoa que, quando o assunto era amor, fazia questão de ressaltar todas as magníficas experiências pelas quais passei, tratava delas como se fossem o máximo do aprendizado para qualquer pessoa. Dava conselhos e falava coisas como: “Vai por mim…” ou “Eu sei o que estou falando”.
O tempo foi passando e me mostrando o o tanto que as experiências alheias podem nos orientar e acrescentar aquilo que faltou para que as nossas dessem certo. O tempo foi passando e eu fui percebendo que são necessárias muito mais que experiências amorosas para crescermos quanto pessoa. O tempo foi passando e eu, mesmo sabendo disso tudo, cometi erros incompreensíveis - um deles foi continuar falando desse tal de amor.
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