domingo, 3 de outubro de 2010

       Pode não parecer óbvio pra você, mas o que eu sinto está claro como a água pra mim. O que eu sinto corre como um rio, em uma correnteza forte, me levando para perto de você ainda que eu lute para voltar, ou, para ao menos, ficar onde estou, estagnada, sem o risco de me perder nesse fluxo.
       Meu medo é tudo isso virar uma grande cachoeira e tudo ir por água abaixo, fazendo com que eu me afogue nesse próprio sentimento.
       Não quero me arrepender do que nós construímos - mesmo que em tão pouco tempo - todas as vezes que reprovar uma atitude sua ou de outro alguém. Não quero me arrepender das atitudes que eu tomo pensando em você. Não quero me arrepender de mergulhar nesse mar aberto.
       Meu medo do mar nunca me prejudicou tanto. Mas você? Você tá me ensinando a nadar!

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